Fonte da imagem: http://www.apocalipsedhyana.biz/apocalipsedhyana_arquivos/workshop/aulas_arquivos/ilfiorededuna.jpgNo SIC UFRGS tive a oportunidade de assistir a apresentação de algumas pesquisas em diversas áreas e uma que me chamou muito a atenção foi uma pesquisa sobre ensino de Artes Visuais no Ensino Médio. Esse projeto de pesquisa é da Universidade Federal do Santa Maria (UFSM) e trata sobretudo de pensar o caminho percorrido pelo professor de Artes quando planeja suas aulas, desta forma, como pensa e organiza os conteúdos a serem trabalhados em suas aulas de Artes. Essa pesquisa mostra que os professores pesquisados falam muito da falta de formação continuada em suas escolas e que isso inviabiliza ou prejudica de alguma forma essas aulas dadas. Eles falam que foram acostumados ao longo de sua escolaridade a usarem somente folhas A4 para fazerem seus “trabalhos” em Artes e que ao entrarem na faculdade tiverem a oportunidade de trabalhar com os outros materiais e que isso pode ser levado às escolas e de certa forma mudar algumas práticas tão arraigadas.
Isso tudo levou-me a pensar em um fórum que tivemos na disciplina, da qual sou tutora, de Artes Visuais no qual as alunas e alunos falavam das dificuldades de trabalharem Artes na escola e da falta de preparo e do uso constantes justamente de “folhinhas” mimeografadas ou não e dificuldade de utilizar diversos materiais. Esses depoimentos do fórum têm uma relação muito próxima ao que foi dito durante a apresentação do SIC e pude me identificar ed alguma forma com isso, pois as alunas que eu acompanham também passam por situações parecidas e vejo o quanto elas têm visto coisas diferentes e aprendido tanto na nossa interdisciplina de Artes. Elas estão tendo a oportunidade de estudar um pouco de teoria e conhecendo outras formas de perceber e vivenciar ou até mesmo construir ou desconstruir conceitos tão arraigados no ensino de Arte e em nossa sociedade, bem como nas escolas. Um desses locais onde puderam conhecer as obras de outros artistas “ao vivo” foi na visita que nossa interdisciplina organizou à Bienal do Mercosul, que é uma oportunidade ímpar em ter contato com algumas obras de arte em nossa cidade, fora aqueles espaços que têm exposições e que são tão desconhecidos em Porto Alegre. Percebo que as duas realidades (pesquisa no SIC e relatos alunas interdisciplina Artes Visuais) estão interligadas de alguma forma quando falamos de anseio e dificuldade no ensino da Arte, pois muitas vezes faltam espaços de discussão como o que o curso propicia para se pensar no fazer pedagógico, sobretudo, em Artes Visuais.
Isso tudo levou-me a pensar em um fórum que tivemos na disciplina, da qual sou tutora, de Artes Visuais no qual as alunas e alunos falavam das dificuldades de trabalharem Artes na escola e da falta de preparo e do uso constantes justamente de “folhinhas” mimeografadas ou não e dificuldade de utilizar diversos materiais. Esses depoimentos do fórum têm uma relação muito próxima ao que foi dito durante a apresentação do SIC e pude me identificar ed alguma forma com isso, pois as alunas que eu acompanham também passam por situações parecidas e vejo o quanto elas têm visto coisas diferentes e aprendido tanto na nossa interdisciplina de Artes. Elas estão tendo a oportunidade de estudar um pouco de teoria e conhecendo outras formas de perceber e vivenciar ou até mesmo construir ou desconstruir conceitos tão arraigados no ensino de Arte e em nossa sociedade, bem como nas escolas. Um desses locais onde puderam conhecer as obras de outros artistas “ao vivo” foi na visita que nossa interdisciplina organizou à Bienal do Mercosul, que é uma oportunidade ímpar em ter contato com algumas obras de arte em nossa cidade, fora aqueles espaços que têm exposições e que são tão desconhecidos em Porto Alegre. Percebo que as duas realidades (pesquisa no SIC e relatos alunas interdisciplina Artes Visuais) estão interligadas de alguma forma quando falamos de anseio e dificuldade no ensino da Arte, pois muitas vezes faltam espaços de discussão como o que o curso propicia para se pensar no fazer pedagógico, sobretudo, em Artes Visuais.
